Como Hackear Seu Vício Por Dinheiro


O vício por dinheiro é um dos sintomas do vírus da pobreza, por mais estranho que possa parecer. Então não se engane, pois a maioria dos viciados em dinheiro estão entre os pobres e na classe média e não costuma ter acesso a muito dinheiro.

O viciado em dinheiro clássico costuma se sentir muito bem quando tem algum dinheiro no bolso ou no banco e vai se sentindo cada vez pior e mais impotente conforme essa quantia vai acabando. 

Ganhar na loteria é seu sonho e toda vez que ganha algum dinheiro o viciado em dinheiro tem uma explosão de dopamina, neurotransmissor da felicidade, em seu cérebro, da mesma forma que um viciado em cocaína teria ao tomar a sua droga.

Image credit: Yuri_Arcurs | Getty Images

Então quando o vício por dinheiro domina seu sistema, você só se sente bem quando vê que o dinheiro está em sua conta bancária, ao acessar o extrato online.

Claro que é bom ganhar dinheiro e é muito normal aquela explosão de dopamina e hormônios como a testosterona quando se ganha muito dinheiro, principalmente em quem não tem o vírus da pobreza…

O problema é que nos negócios, como em qualquer jogo, você não ganha dinheiro todos os dias, especialmente quando está começando. E também precisa abrir a mão e soltar pelo menos um pouco de dinheiro para poder fazer mais dinheiro.

Quem é viciado em dinheiro sente uma dor profunda toda vez que precisa pegar uma parte de seu dinheiro para poder fazer mais dinheiro, que é algo que comumente chamamos de “investir”.

Aliás, o viciado em dinheiro em geral passa por momentos bem desagradáveis toda vez que vê uma conta para pagar, ou ao saber que a escola dos filhos aumentou de preço novamente. Por outro lado, ele adora toda vez que preenche um cupom para ganhar um desconto no supermercado. De certa forma, o viciado em dinheiro está o tempo todo correndo atrás de liquidações, pois ele vê a vida como uma espécie de jogo infinito em que quanto menos dinheiro gastar melhor.

Mas toda esta pressão e montanha russa emocional diária mais cedo ou mais tarde acaba explodindo em uma compulsão que pode ser aliviada comprando coisas no shopping, na bolsa de valores, no bingo, na roleta… da mesma forma que uma gordinha querendo emagrecer a um certo ponto não resiste uma torta de chocolate e quebra a dieta.

O viciado em dinheiro vive muito mal, pois depois que ter aquela liberação maravilhosa de dopamina em seu cérebro quando ganhou uma boa quantia de dinheiro, quando chega a hora de contabilizar as perdas devido a alguma compulsão que no início gerou adrenalina, ele agora se vê tendo uma liberação de cortisol, o hormônio do stress, que gera mais medo ainda de ficar sem dinheiro.

E aí um ciclo literalmente “vicioso” se instala, em que o viciado em dinheiro ganha dinheiro, sente dor ao pagar as contas, guarda algum dinheiro como forma de colchão amortecedor para a “tão sonhada aposentadoria” e perde todo o resto em compulsões sem muito sentido.

Infelizmente a maioria esmagadora da população é viciada em dinheiro e vive do lado esquerdo do quadrante do fluxo de caixa de Robert Kiyosaki. Mais de 90% das pessoas são empregados e autônomos que correm o dia inteiro atrás do queijo que o dinheiro seria para ratinhos de laboratório em uma verdadeira corrida dos ratos.

De certa forma é exatamente o vício por dinheiro que torna tantas pessoas escravas na Matrix, tão horripilante e maravilhosamente representada no filme The Matrix, de 1999.

E o pior é que quem é viciado em dinheiro acaba, mais cedo ou mais tarde sendo viciado em outras drogas, lícitas ou ilícitas também, o que torna a vida bem desagradável, não importa a quantia de dinheiro que você consiga gerar no final do mês.

Por mais incrível que pareça, no jogo Cash Flow do Robert Kiyosaki, é mais fácil sair da corrida dos ratos, que é a primeira fase do jogo, quando você tem uma renda mais baixa, como porteiro de um prédio por exemplo, do que quando você tem uma renda mais alta como médico.

Claro que o porteiro do prédio sem o vício por dinheiro vai mais longe e mais rápido financeiramente do que o médico viciado em dinheiro, por que ele está livre de uma série de contas altas para pagar que dizimam a renda do médico todos os meses.

Tenho que confessar que já fui um grande viciado em dinheiro, principalmente quando era empregado de uma multinacional. Ganhava bem como engenheiro, mas meu dinheiro nunca chegava ao fim do mês.

Curiosamente esta situação só veio a melhorar depois que pedi demissão e comecei a ser autônomo. Hoje sei que a insatisfação enorme que eu sentia por estar naquele emprego me consumia e levava a ter várias compulsões relativas ao dinheiro.

Todo mês eu não conseguia nem esperar o dia do pagamento, que era o dia “mais feliz” do mês! 🙂

Além disso tive o “azar” e a “sorte” de ver vários parentes morrendo ao longo dos anos e me deixando heranças. Toda vez que isso acontecia eu percebia nitidamente como meu sistema ficava aliviado porque eu teria acesso a uma quantia de dinheiro inesperada.

Mas advinha o que eu fazia com o dinheiro herdado também! 🙂

Durante anos essas heranças acabaram me fazendo mais mal do que bem, pois o fato é que mais cedo ou mais tarde elas acabavam e eu me via na estaca zero de novo, sofrendo as consequências desagradáveis do vício por dinheiro.

Demorei vários anos para perceber que felicidade não tem nada a ver com dinheiro e que para ficar rico preciso ser feliz primeiro. Alegria, amor, gratidão, poder, entendimento são emoções positivas que conduzem à fortuna, enquanto todas as emoções negativas cultivadas acabam, mais cedo ou mais tarde, conduzindo à miséria.

E o pior é que existe uma cultura negativa ao redor do dinheiro e na forma como se ganha dinheiro, principalmente nos filmes e programas de televisão. Neles você constantemente vê personagens que são ladrões que roubam grandes quantidades de dinheiro e ficam “ricos” no final do filme.

Então as únicas opções populares para fazer dinheiro são trabalhar em um emprego ou como autônomo ou então roubar dinheiro. Para o viciado em dinheiro o roubo do dinheiro pode até dar aquela sensação provisória de poder e de riqueza, mas a verdade nua e crua é que ele ainda não é rico, pois não tem a menor ideia de como se faz para CRIAR DINHEIRO.

E é somente aprendendo a CRIAR DINHEIRO que você começa a se libertar das dolorosas garras do vício por dinheiro.

Quando você percebe qual é a FONTE REAL de todo o dinheiro no planeta você se liberta completamente de qualquer ilusão de que precisa ficar correndo a vida inteira atrás de dinheiro da mesma forma que o ratinho corre atrás do queijo na corrida dos ratos.

Nesse momento você também vai perceber claramente por que viciados em dinheiro que estão começando do zero nunca ficam milionários ou bilionários.

Para chegar lá é preciso aprender a se desapegar do dinheiro, usá-lo como ferramenta, saber como agir diante de perdas, comemorar vitórias sem extravagâncias e continuar sempre de olho na bola, pois o jogo dos negócios nunca acaba e quando você marcar um gol sempre há a possibilidade de marcar dezenas deles ao mesmo tempo e ter ganhos exponenciais em um curto espaço de tempo.

Hackear suas próprias emoções eliminando aquelas que te contraem e escravizam e cultivando aquelas que te expandem, é o maior prêmio que qualquer um de nós pode receber em uma vida, pois vai levar a uma série de outras mudanças que conduzirão a mais e mais expansão, sucessos consecutivos, realização, reconhecimento… e aos milhões e bilhões que seu coração tanto deseja.

Além disso, você também percebe que não precisa de dinheiro para fazer dinheiro, o que é um mito extremamente difundido entre os viciados em dinheiro e que os bancos e outros emprestadores de dinheiro acabam utilizando em seu próprio benefício.

É somente quando você percebe que o segredo do seu sucesso está escrito em seu próprio DNA e que aparece constantemente como um sussurro em sua mente que você vai se libertar completamente do vício por dinheiro e ascender em direção à riqueza e super-riqueza.

Como primeiro passo nessa direção, comece esse processo de autoconhecimento agora mesmo vacinando-se contra a pobreza.

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E seja bem vindo a um mundo completamente novo em que a abundância é crescente e inesgotável.


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